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NOVA ALVORADA DO SUL

Paleari tenta esconder que é investigado pela Polícia Federal em operação derivada da Lava Jato e tem pedido negado na justiça

Segundo a magistrada Mariana Rezende Ferreira Yoshida Juíza Eleitoral a reportagem não se trata de matéria falsa e sim verdadeira

14/11/2020 10h06
Por: Redação
Fonte: Folha da Cidade MS

Nesta sexta-feira (13) após nossa redação publicar uma matéria de interesse popular com o titulo "Bois de papel" Processo de investigação onde Paleari é acusado de emitir notas frias segue em andamento, o então candidato José Pulo Paleari um dos alvos da investigação da Lava Jato através de seus advogados, ajuizou uma ação em caráter liminar tentando retirar a matéria induzindo a justiça de que a mesma seria falsa “Fake News”.

No despacho da Juíza Eleitoral da 011ª Zona Eleitoral de Rio Brilhante Dra. Mariana Rezende Ferreira Yoshida, a mesma negou o provimento ao autor, em seu despacho a mesma justificou que a operação Vostok derivada da Lava Jato, onde o candidato é investigado pela Policia Federal por emissão de notas fiscais frias é verdadeira e portanto não se tratava de noticia falsa “Fake News”. Outrora a excelentíssima juíza destacou ainda que em rápida busca na internet é possível verificar que outros veículos de comunicação já divulgaram em épocas anteriores notícia idêntica à que agora a parte representante almeja excluir da rede social por se tratar de período eleitoral.

O caso

Uma delação premiada realizada pelo empresário Wesley Batista um dos donos da maior empresa do Brasil, coloca o empresário e candidato a prefeito de Nova Alvorada do Sul José Paleari como investigado por emitir notas frias de compra e venda de gado para a JBS.

 Nossa reportagem apurou que o processo se encontra em andamento, onde os suspeitos já foram ouvidos pela Polícia Federal.

 O processo de investigação repercutiu nacionalmente sendo inclusive matéria principal na revista eletrônica semanal Fantástico da Rede Globo de televisão.

Segundo Operação Vostok, deflagrada m pela Polícia Federal, frigoríficos pagavam a pecuaristas por animais que não eram entregues e nem abatidos, um estratagema para notas fiscais ‘frias’ darem cobertura a dinheiro vivo destinado ao núcleo político supostamente integrado pelo governador de Mato Grosso do Sul.

 

O valor apurado em desvio e pagamento de propina está perto dos R$ 70 Milhões de Reais.

 

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