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Durante perseguição em Campo Grande, policiais encontram maconha avaliada em R$ 984 mil

Traficante fugiu em alta velocidade na contramão

27/10/2020 08h10
Por: Redação
Fonte: MIDIAMAX
(Divulgação PM)
(Divulgação PM)

Durante uma perseguição nesta segunda-feira (26) em Campo Grande, policiais do Batalhão de Choque atiraram contra o pneu de uma camionete S-10, no bairro Jardim Noroeste, que carregava maconha que estava sendo levada para Goiânia. O motorista foi preso.

A perseguição começou por volta das 16 horas desta segunda (26), quando o traficante estava trafegando com a camionete e fez uma manobra na contramão levantando suspeitas dos policiais que deram ordem de parada, que não foi obedecida pelo traficante.

Ele fugiu em alta velocidade sendo perseguido pelos policiais, que pediram apoio fazendo uma barreira na , mas o traficante mudou o trajeto entrando no bairro Noroeste momento em que bateu em uma máqui8na agrícola lançando para fora da carroceria do carro vários tabletes de maconha.

Ele não parou continuando a fuga até que os militares atiraram contra os pneus traseiros da camionete parando o veículo. Foram encontrados nos bancos traseiros e na carroceria tabletes de maconha, num total de 984 quilos da droga, que seria levada para Goiânia.

A droga foi avaliada em R$ 984 mil, e o motorista iria receber R$ 15 mil pelo serviço. Ele foi levado para a delegacia.

As principais rotas do tráfico são para os estados Goiás, São Paulo e Rio de Janeiro chegando a estes estados valendo quase que o dobro da avaliação feita em Mato Grosso do Sul.

Desde a morte de Jorge Raffat em junho de 2016 há uma disputa na fronteira do Estado pelo controle do narcotráfico. As facções criminosas PCC e CV (Comando Vermelho) se uniram na época ao também narcotraficante Jarvis Pavão para a execução de Raffat que foi assassinado com 16 tiros de fuzil e Mag antiaérea.

Após a morte de Raffat as duas facções e Pavão entraram em briga, e a maioria dos membros da quadrilha de Jarvis acabaram assassinados pelos integrantes do PCC, que passaram a dominar a fronteira no tráfico de drogas e armas.

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