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Polícia Civil - MS

Polícia Civil prende pastor condenado por estupro de vulnerável em Ponta Porã

Na manhã desta sexta-feira, 07/06, a Polícia Civil, por intermédio da 1ª Delegacia de Ponta Porã-MS, efetuou a prisão, por sentença definitiva, de ...

07/06/2024 11h58Atualizado há 1 semana
Por: Redação
Fonte: Polícia Civil - MS
Foto: Reprodução/Polícia Civil - MS
Foto: Reprodução/Polícia Civil - MS

Na manhã desta sexta-feira, 07/06, a Polícia Civil, por intermédio da 1ª Delegacia de Ponta Porã-MS, efetuou a prisão, por sentença definitiva, de R.F., pastor de 53 anos. Ele foi condenado a 12 anos, em regime fechado, por estupro de vulnerável.

Ele foi localizado e detido pelas autoridades policiais, próximo da linha internacional. Em seguida, foi conduzido para a 1ª DP de Ponta e posteriormente será recambiado ao sistema prisional. 

O crime ocorreu em 2019, quando a vítima tinha 8 anos de idade. Na época ele era casado com a avó da criança e aproveitava o momento em que ia levar a menina na escola de moto, para passar e passava a mão nas partes íntimas dela.

O caso foi denunciado pela mãe da criança. A menina chegou a ser desacreditada pela avó, que dizia que o autor era pastor e que Deus não iria permitir que ele fizesse isso e que a criança só poderia estar inventando isso para não ir à escola. 

A Polícia Civil reforça que os pais ou responsáveis devem ficar atentos aos sinais que as crianças demonstram quando estão sendo vítimas de abusos sexuais e em caso de suspeita, deve-se conversar com a criança, mantendo sempre um diálogo aberto, para que ela sinta confiança em contar o que está acontecendo e imediatamente deve-se ir até uma delegacia da Polícia Civil e registrar o Boletim de Ocorrência, para que os fatos possam ser esclarecidos e o agressor responsabilizado por seus atos. Um dos principais sinais que podem ser apresentados pela criança vítima é a mudança no padrão de comportamento, com alterações de humor entre retraimento e extroversão, agressividade repentina, vergonha excessiva, medo ou pânico. 

O registro da ocorrência pode ser feito na delegacia mais próxima ou em uma Especializada na Proteção de Crianças e Adolescentes.

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