05/03/2013 19h03 - Atualizado em 05/03/2013 19h03

Boatos da Prisão do Maniaco da Cruz surgiram na tarde desta terça-feira (5)

Por: Patrese
 
 

Boatos de sua prisão, surgiram na tarde desta terça-feira (5), porém a polícia não confirmou. Outra suspeita era a de que Dhionathan, teria tentado cortar o pescoço de uma pessoa no Paraguai. Também após a fuga do assassino, surgiram dois perfis na rede social Facebook, sendo que em uma delas, ele teria postado que iria a Dourados, e a ‘cidade iria sofrer’. A polícia acredita que os perfis sejam falsos.

A Polícia paraguaia das cidades de Pedro Juan, Capitan Bado, Ypehy, Curuguaty, também estão atentas em relação ao paradeiro de Dionathan Celstrino, 21 anos, o ‘Maníaco da Cruz’, que fugiu da Unidade Educacional de Internação (Unei) Mitaí, em Ponta Porã, na madrugada do último domingo (3).

Imagens de Dionathan, foram enviadas ao país vizinho, para as buscas. O ‘Maníaco’ estourou as grades do alojamento 11, no bloco 3, onde estava sozinho.

Crimes

Dionathan apreendido em outubro de 2008 em Rio Brilhante, acusado de matar três pessoas na cidade.

Na época, a delegada Maria de Lourdes, então lotada na Delegacia Especializada de Atendimento à Infância e ao Adolescente (Deaij), explicou que o jovem alegava que suas vítimas estavam no descaminho de seu deus satânico, na qual idolatrava. Então, ele as assassinava, como se fosse um favor.

As vítimas foram o pedreiro Catalino Gardena, 33, a frentista Letícia Neves de Oliveira, 22, e a estudante Gleice Kelly da Silva de 13 anos. No dia 2 de julho de 2008, Catalino, que foi morto com uma perfuração no peito, estava com os braços abertos e os pés juntos. O corpo foi deixado no local sem a camisa e com a inscrição INRI no peito feita com uma faca.

No dia 24 de agosto, Letícia Neves foi encontrada nua sobre um túmulo do cemitério da cidade, na mesma posição e com uma tatuagem de uma cruz no peito. De acordo com a Polícia Civil, ela foi estrangulada.

Já no dia 6 de outubro, a polícia encontrou o corpo da Gleice Kelly, também estrangulada e na mesma posição. Junto à vítima, havia um bilhete com cruzes e letras soltas que, dentro de possibilidades, formavam a palavra “inferno".

Em setembro, uma possível vítima do ”maníaco da cruz’ identificada como Carla, conseguiu sobreviver, em um “absolvimento” do criminoso. Na época ela teria sido “julgado” a jovem como "pura".

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