20/04/2013 09h33 - Atualizado em 20/04/2013 09h33

Etnia Kaiowá comemora Dia do Índio na Aroeira

Por: Assessoria Prefeitura
 
 

O Vice-prefeito Wanderlei Barbosa participou da Comemoração do dia do Índio, do distrito de Prudêncio Thomaz. A equipe do CRAS também esteve presente na aldeia da etnia Kaiowá, onde residem 27 indígenas, distribuídos em seis famílias, numa área de três hectares.

Neste dia do ano ocorrem vários eventos dedicados à valorização da cultura indígena, na Aroeira, os participantes puderam aprender um pouco mais sobre esta cultura. Através de danças e degustação de uma bebida típica indígena, o CaciqueCacildoTuribo recebeu os visitantes com entusiasmo.

“Deve ser também um dia de reflexão sobre a importância da preservação dos povos indígenas, da manutenção de suas terras e respeito às suas manifestações culturais”, disse Wanderlei Barbosa.

 

História do Dia do Índio

Comemoramos todos os anos, no dia 19 de Abril, o Dia do Índio. Esta data comemorativa foi criada em 1943 pelo presidente Getúlio Vargas, através do decreto lei número 5.540. Mas porque foi escolhido o 19 de abril? Origem da data.

Para entendermos a data, devemos voltar para 1940. Neste ano, foi realizado no México, o Primeiro Congresso Indigenista Interamericano. Além de contar com a participação de diversas autoridades governamentais dos países da América, vários líderes indígenas deste continente foram convidados para participarem das reuniões e decisões. Porém, os índios não compareceram nos primeiros dias do evento, pois estavam preocupados e temerosos. Este comportamento era compreensível, pois os índios há séculos estavam sendo perseguidos, agredidos e dizimados pelos “homens brancos”.

No entanto, após algumas reuniões e reflexões, diversos líderes indígenas resolveram participar, após entenderem a importância daquele momento histórico. Esta participação ocorreu no dia 19 de abril, que depois foi escolhido, no continente americano, como o Dia do Índio.

Os Guarani e Kaiowá

O povo Guarani pertence ao tronco lingüístico Tupi, e no Brasil, subdividem-se em três grupos: Mbya, Kaiowá e Ñandeva. Esses dois últimos vivem no Mato Grosso do Sul, enquanto é possível encontrar outros grupos Guarani nos Estados de Rio de Janeiro, Paraná, Espírito Santo, São Paulo, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Mesmo com o antigo e intenso contato com os colonizadores, os Guarani mantém sua unidade lingüística e cultural, constituindo o mais numeroso povo indígena no Brasil e, talvez, um dos mais números da América do Sul. Povo este que desenvolve estratégia própria de adaptação às novas realidades e ao relacionamento com as diferentes sociedades nacionais envolventes. Neste universo a rede de parentesco e as relações de reciprocidade entre as várias comunidades e grupos Guarani têm sido fatores responsáveis pela comunicação, pelo intercâmbio econômico e continuidade dos próprios grupos.

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